segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Força-tarefa suspeita que o ex-ministro recebeu propina da Odebrecht.
São cumpridos 45 mandados judiciais, sendo três de prisão. 

 O ex-ministro Antonio Palocci (PT) foi preso na 35ª fase da Operação Lava Jato, que foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta segunda-feira (26). Ao todo, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo 27 de busca e apreensão, três de prisão temporária e 15 de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois liberada. A operação ocorre em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci, que foi preso nesta madrugada como parte da 35ª fase da operação Lava Jato, em foto de junho de 2011 (Foto: Wilson Pedrosa/Estadão Conteúdo)
O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio
Palocci, em foto de junho de 2011 (Foto: Wilson
Pedrosa/Estadão Conteúdo)

Antônio Palocci foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda no governo Lula. A prisão dele foi pedida pela PF e acatada pela Justiça. O ex-ministro foi detido em apartamento na Alameda Itu, no bairro Jardins, em São Paulo, e será levado da PF na capital paulista para a carceragem da PF em Curitiba, no ínicio da tarde. Os policiais também cumprem mandados na casa e no escritório do ex-ministro.
Os outros dois presos são: o ex-secretário da Casa Civil Juscelino Antônio Dourado e Branislav Kontic, que atuou como assessor na campanha de Palocci em 2006. Eles também serão levados para Curitiba.

Fonte: G1

As oportunidades são destinadas aos cursos superiores de Administração, Engenharia Mecânica, Química, Produção, Direito, Economia e Contábeis

 

A White Martins está com 40 vagas de estágio abertas do seu programa “Novos Ares”, com inscrições até 30 de setembro pelo site www.whitemartins.com.br/estagio. As oportunidades são destinadas aos cursos superiores de Administração, Engenharia Mecânica, Química, Produção, Direito, Economia e Contábeis, e estão disponíveis nas cidades do Rio de Janeiro, Campinas (SP), Osasco (SP), Belo Horizonte (MG), Sapucaia do Sul (RS), Araucária (PR), Belém (PA) e Salvador (BA).
Os candidatos devem ter previsão de formatura entre julho e dezembro de 2018, inglês intermediário, informática e disponibilidade para estagiar de 20 a 30 horas por semana. Os benefícios incluem bolsa-auxílio compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, auxílio-transporte, seguro de vida e de acidentes pessoais e ticket-refeição. O contrato de estágio poderá ser renovado a cada seis meses, com duração máxima de dois anos.
TIM
A Tim também está com dez oportunidades para consultor de vendas de médias e grandes empresas para atuar na oferta de serviços de voz e dados para o segmento corporativo. A operadora busca profissionais cadastrados como empresário individual (CNPJ), dinâmicos, com poder de negociação, visão de negócios, com experiência em área de vendas, preferencialmente em telecom. Interessados devem enviar currículo para leomdsilva@timbrasil.com.br.
Para atuação mais forte na capital paraense, a operadora tem investido em expansão da sua rede 3G e 4G. A Tim é líder em cobertura 4G no país, alcançando 579 cidades e 64% da população urbana do país. Nos últimos 12 meses, foi registrado um crescimento de mais de 200% no número de clientes da operadora que utilizam a rede de quarta geração, que já somam aproximadamente 30% dos usuários de dados.

Fonte: ORMNews

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Categoria decidiu prosseguir com a paralisação após Fenaban manter a proposta de reajuste de 7%

 

Na última sexta feira (15), os bancários recusaram mais uma proposta da Federação Nacional de Bancos (Fenaban) e decidiram continuar a greve nacional, iniciada no último dia 6 e que completa hoje (20) 15 dias,  com mais de 12 mil agências e 52 centros administrativos fechados, já na  terceira semana de paralisação.
Na reunião de sexta feira,  a Fenaban ofereceu aos bancários  reajuste salarial de 7% e abono de R$ 3,3 mil. Os bancários não ficaram satisfeitos e decidiram manter a paralisação. Segundo a Fenaban, ainda não há data para novas negociações.
Os bancários reivindicam reposição da inflação de 9,57% e mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial, no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$3.940,24), participação nos lucros, combate à meta abusiva, ao assédio moral e sexual, fim da terceirização, segurança e melhores condições de trabalho.

 Foto: Igor MotaFoto: Igor Mota

Fonte: ORMNews

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Serão vacinadas as crianças menores de 5 anos, as de 9 anos e ainda adolescentes

 Foto: Igor Mota - ArquivoFoto: Igor Mota - Arquivo 
A Campanha Nacional de Multivacinação de 2016 começará hoje e se estenderá até o próximo dia 30. E o Ministério da Saúde anunciou o envio de 1,1 milhão de doses extras de vacinas para os postos de saúde do Estado do Pará. O objetivo da campanha é mobilizar os pais ou responsáveis a levarem seus filhos para atualizar o cartão de vacinação. Este ano, a ação será voltada para menores de cinco anos, para crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. Para isso, o Ministério da Saúde enviou 19,2 milhões de doses extras de 14 vacinas para os postos de saúde de todo o país.
No Pará, a maioria das doses é para a poliomielite, que esse ano teve alteração no esquema vacinal, que passou a ser de três doses da vacina injetável - VIP (2, 4 e 6 meses) - e mais duas doses de reforço com a vacina oral - VOP (gotinha). Até 2015, o esquema era de duas injetáveis (VIP) e três orais (VOP). Para o Estado, foram enviadas 133,6 mil doses VIP e 90,7 mil VOP. O principal lote individual, com 188 mil doses, é para a prevenção do HPV, que também teve mudança no calendário de vacinação. O esquema vacinal passou de três para duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. “Neste ano, estamos incluindo os adolescentes porque esse grupo prioritário é um dos apresenta uma maior resistência a se vacinar. Além disso, muitos pais acreditam que não há necessidade de imunizar os filhos nesta faixa etária”, afirma o ministro da saúde, Ricardo Barros. Segundo ele, com a campanha serão atualizadas 14 vacinas nesses públicos. “Isso servirá para reduzir o número de não vacinados e aumentar a cobertura vacinal nas crianças e adolescentes”, completou. Barros disse ser fundamental que toda a população alvo compareça aos serviços de saúde levando a caderneta de vacinação, para que os profissionais de saúde possam avaliar se há doses que necessitam ser aplicadas.
De acordo com o Ministério da Saúde, os estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. O reforço de vacinas meningocócica no Estado será de 123,2 mil doses. Anteriormente, a vacina era administrada aos 15 meses e passou esse ano a ser administrado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.
Também serão 55,5 mil doses de vacina contra a pneumonia, que reduziu de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente. Passou a ser administrada em duas doses, aos 2 e 4 meses, com um reforço preferencialmente aos 12 meses, que pode ser recebido até os quatro anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.
Nas doses encaminhadas ao Pará ainda constam 44,4 mil para o combate ao rotavírus; 100 mil tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba); 22,2 mil tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e catapora); 127,9 mil dupla adulto; 56,8 mil DTP (difteria, tétano e coqueluche); 106,5 mil de febre amarela; 28,4 mil de hepatite A; e 76,6 mil pentavalente.
Com a campanha de vacinação, o Ministério da Saúde espera reduzir as doenças imunopreveníveis e diminuir o abandono à vacinação. Como a vacinação será de forma seletiva para a população alvo, não há meta a ser alcançada.
As vacinas disponíveis no Pará são a pneumo 10, rotavírus, VIP, VOP, tetraviral, tríplice viral, dupla adulto, DTP, febre amarela, hepatite A, HPV, meningocócica C e pentavalente.

Fonte: ORMNews

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Dieese diz que desde janeiro aumentos são consecutivos e aplicados em escala

 Foto: Akira Onuma / O LiberalFoto: Akira Onuma / O Liberal 
Opreço da carne bovina aumentou mais de 8% desde o início do ano, variação acima da inflação do período, segundo o Dieese/Pa. Para driblar a alta do preço, o consumidor paraense substitui ou reduz o consumo do produto. O mototaxista Luiz Carlos Palheta, 50 anos, explica que o aumento dos últimos meses pesou no bolso e faz diferença nas finanças da família. Para equilibrar o orçamento, a alternativa são as carnes mais baratas. “Para quem tem o costume de comer carne todos os dias, é mais complicado. Como é o caso da minha família, em que há cinco adultos e duas crianças. Se você for substituir por peixe, também não dá, porque eles também estão caros. Já um frango não é suficiente para uma família grande. O jeito é buscar carnes mais baratas. Um picadinho, por exemplo, que é barato e rende mais é uma alternativa boa”, diz.
A autônoma Ana Paula Santos, 31 anos, diz que o aumento da carne é evidente quando se vai ao mercado e se compara de mês com o outro. “Lá em casa é fácil substituir por frango. Meu marido e filho também gostam, então não é complicado buscar uma solução. Mas tem famílias em que a carne é essencial, então é mais difícil. O que eu faço é pesquisar o que dá no bolso, como a filé de gó, que está R$ 9 reais o quilo”, afirma.
A pesquisa do Dieese/PA mostra que de janeiro a agosto deste ano, o preço da carne teve reajustes sequenciais e acima da inflação calculada para o período .O aumento repercute no custo da alimentação básica dos paraenses, que continua  cara. No mês passado, a cesta básica custava em média de R$ 421,33, com a maioria dos produtos com preços em alta. Um dos itens que mais chama atenção é a carne bovina, que ficou mais cara pelo oitavo mês consecutivo este ano. O estudo estatístico e econômico mostra que no mês de dezembro do ano passado, o quilo da carne bovina de primeira como o Coxão mole/Chã, cabeça de lombo e paulista, custavam em média R$ 20,36 em Belém. Em janeiro deste ano houve aumento para R$ 20,79.  A partir daí, a escalada registra queda apenas em um mês - fevereiro com R$ 21,52. Em março, o preço médio era R$ 21,22, em abril sobe para R$ 21,52; em maio para R$ 21,76; em junho em média a R$ 21,93; julho o preço era de R$ 21,97 e no mês passado o quilo da carne custava em média R$ 22,02.
Em agosto, o aumento foi de 0,23 % em relação a julho. Ainda segundo o Dieese/PA, nos primeiros  oito meses de 2016 - de janeiro a agosto - a alta acumulada no preço da carne bovina consumida pelos paraenses alcançou 8,15%, percentual acima da inflação calculada para o mesmo período, que ficou em 6,09%( INPC/IBGE). O desafio recai sob o consumidor, já que a perspectiva não é por uma redução no preço da carne. A conclusão estatística do supervisor técnico do Dieese Pará, Roberto Sena, é de que a tendência  para este mês de setembro ainda é de alta no preço do produto.

Fonte: Portal ORMNews

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Processo por quebra de decoro durou 11 meses. Com a cassação, o peemedebista perde o foro privilegiado e fica inelegível até 2027

 Foto: Ailton de Freitas / Agência O GloboFoto: Ailton de Freitas / Agência O Globo Com 450 votos a favor, 10 contrários e 9 abstenções, a Câmara cassou nesta segunda-feira o mandato do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), interrompendo a trajetória política de quase 25 anos daquele que se celebrizou como o principal algoz de Dilma Rousseff no processo de impeachment. Com uma carreira construída nas sombras do poder e que ganhou os holofotes nacionais desde que assumiu a presidência da Câmara, no ano passado, Cunha, que colecionou inimigos na vida política e ontem se viu abandonado por praticamente todos os partidos, passará agora a enfrentar o seu mais temido adversário: o juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná. Com a decisão da Câmara, Eduardo Cunha fica inelegível até 2027. 
A SESSÃO QUE SELOU O DESTINO DE CUNHA
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), abriu a sessão pontualmente às 19h, mas anunciou em seguida que ela seria suspensa por uma hora até que o quórum fosse maior no registro do plenário. Maia informou que na Casa estavam presentes 326 deputados e determinou que o painel do plenário - que já registrava 203 presentes - fosse zerado. Os deputados tiveram que refazer o registro. A decisão, tomada de ofício, foi criticada por deputados adversários de Cunha.
A sessão foi retomada pouco mais de uma hora depois com a fala do relator do processo, Marcos Rogério (DEM-RO), que sustentou que o peemedebista não teve a cassação recomendada apenas por uma "mentira inocente". Ele sustentou que Cunha tinha intenção de ocultar seu patrimônio e o recebimento de propina ao negar ter contas no exterior em depoimento na CPI da Petrobras.
- Não se tratou de mentira inocente. Houve prática de mentira descarada com finalidade de atacar a Operação Lava-Jato e esconder crimes graves, como o recebimento de vantagens indevidas no exterior - afirmou Rogério.
Ele afirmou que os trustes mantidos por Cunha na Suíça eram, na verdade, "laranjas de luxo".
- Ficou comprovado que o deputado Eduardo Cunha tem sim, conta, patrimônio e bens no exterior. Ficou demonstrado que as trustees são empresas de papel, são laranjas de luxo para dissimular lavagem de dinheiro e recebimento de propina - disse o relator.
Ele ressaltou que Cunha era o responsável único pela gestão das contas.

- Eduardo cunha era tudo. Era contratante e contratado. Era ele que tinha o controle total, da abertura e do fechamento das contas. Era ele quem autorizava investimentos de riscos - afirmou Rogério.
O relator do caso ainda disse que "não é adequado premiar a esperteza":
- "Não é adequado premiar a esperteza, em detrimento da verdade, ainda mais em um processo em que se apura a conduta ética do parlamentar.
Em seguida, falou o advogado de Cunha, Marcelo Nobre. Ele disse, repetidas vezes, que não havia provas contra Cunha e que não havia documentos sobre a existência de contas do ex-presidente da Câmara na Suíça. Para o advogado, o deputado afastado está sendo vítima de um "linchamento".
— O que vemos aqui nesta Casa é uma guilhotina posta em cima da mesa. Chama-se precedente de linchamento. Não existem provas, porque a prova é material. Ou há conta ou não há. Se há conta, cadê ela? Esse precedente de linchamento servirá como precedente para vários outros — disse Marcelo Nobre.
Nobre ressaltou que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda está analisando o processo contra Cunha.
— Se conta existe, como o STF ainda não julgou meu cliente? Esse processo sempre foi natimorto: não tem prova nenhuma e nunca teve. Não estamos tratando de certidão de idoneidade. O que estamos a pedir é um julgamento justo. Esse processo deveria ser arquivado por falta de provas. O Supremo ainda está a realizar a instrução. Como condenar alguém sem provas? — disse ele.

Fonte: Portal ORMNews

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Pesquisa de saúde abrangeu estudantes do 9º ano do ensino fundamental no País

 

Quase 45,3 mil alunos do 9º ano do ensino fundamental do Pará (40%) disseram ter sofrido bullying (zombaria, intimidação) por parte de colegas de escola. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2015), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 5,1% desses casos (5,7 mil) as humilhações pelas provocações na maior parte do tempo ou sempre.
Entre os alunos que se sentiram humilhados alguma vez nos 30 dias anteriores à pesquisa, os principais motivos da zombaria foram a aparência do corpo (12,9%) e do rosto (8,3%), pela religião (5,4%), pela raça (4,9%) e pela orientação sexual (2,4%).
Por outro lado, cerca de 18 mil alunos (16%) contaram já ter praticado bullying. Dentre os meninos, esse percentual foi de 19,2% e, entre as meninas, 13,1%.
Nas escolas públicas, a parcela que admite já ter intimidado algum colega é de 15,1% e, nas particulares, de 23,4%. Tais situações, fazem com que 20,4% dos estudantes já tenham se envolvido em brigas no interior das escolas.




CORPO
Enquanto 77% do total de estudantes do 9º ano do Pará estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com o próprio corpo (87,2 mil), sendo entre os meninos de 81,3% e entre as meninas de 73,1%, 14,6% (16,5 mil) consideravam-se gordos ou muitos gordos.
A proporção era maior entre as meninas (18,2% contra 10,5% entre meninos). Entre os estudantes que responderam à pesquisa, 21,2% tinham desejo de emagrecer. Apesar de 18,2% das meninas do Pará se considerarem gordas ou muito gordas, o desejo de perder peso atingia 26% das estudantes.
A pesquisa mostra que 6,1% dos estudantes do 9º ano (6,9 mil) haviam induzido o vômito ou tomado laxantes nos últimos 30 dias, como meio de emagrecer ou de evitar ganhar peso.
Entre os meninos, esta proporção era de 5,9% e, entre as meninas, de 6,2%. Nas escolas públicas, 6,0% dos alunos utilizaram-se deste método para perder ou manter o peso, proporção um pouco inferior à das escolas privadas (6,7%).
A atitude de ingerir medicamentos, fórmulas ou algum produto para perder peso, sem acompanhamento médico, era mais comum entre os meninos (5,7%) do que entre as meninas (4,4%). Se a intenção é ganhar peso ou massa muscular, aumenta a diferença entre meninos (9,7%) e meninas (6,1%) que fazem uso de medicamento, fórmula ou outro produto.

Fonte: Portal ORMNews

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mulher não foi localizada no Facebook. Polícia não tem registros do suposto caso, mas está investigando

 Foto: Reprodução/FacebookFonte: Reprodução/Facebook

Hoje eu e Helena vivemos os segundos mais horríveis de nossas vidas'. O texto que circula nas redes sociais de usuários de Belém desde o início da semana já começa colocando medo em quem lê.
Na imagem compartilhada várias vezes por usuários do Facebook que seria de Débora Pereira, moradora de Ananindeua, está o relato de uma mulher em pânico com a possibilidade de ter sua filha sequestrada em  uma parada de ônibus localizada na frente de um shopping na Doca de Souza Franco no último sábado (3).
No relato de Débora, que não foi encontrada no Facebook pela reportagem do Portal ORM News, ela conta que estava em uma parada de ônibus na frente do shopping e que um homem alto, moreno e de cabelos pretos, tentou agarrar a filha dela, Helena, e levar para dentro de um carro branco. Ainda segundo o relato, a ação não foi concretizada porque ela teria agarrado a filha e teve a ajuda de um vendedor de bombons que estava na parada de ônibus. Na postagem a mulher pede ainda que os pais fiquem alertas em relação a segurança dos filhos.
'Fiquei completamente horrorizada com esta história. Todos os pais da escola da minha filha estão assustados. E se for verdade? Nossos filhos nem poderão brincar nas ruas mais? Tem que investigar isso sim. E se for mentira que essa pessoa seja encontrada e punida, pois está causando pânico', desabafou a dona de casa Cristiane Silva, que recebeu a mensagem via WhatsApp esta semana.
Procurada pela reportagem do Portal ORM News, a Polícia Civil informou que não há nenhum registro nos sistemas sobre o caso. Todavia, um investigador da Seccional do Comério foi enviado até o ponto de ônibus onde teria acontecido o fato para tentar encontrar o vendedor de bombons. A Polícia Civil também disse que fez uma busca e que não encontrou o perfil de Débora Pereira no Facebook.

Fonte: Portal ORMNews